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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

ESPORTE - um carinho especial


Alguns dizem que os treinadores de futebol são jogadores frustrados. Isso até pode ter um fundo de verdade.
Na minha adolescência tive a oportunidade de jogar basquete nos Jogos Escolares do Estado do Paraná e isso foi maravilhoso e me traz boas recordações.
  • Em três anos de jogos escolares: dois vices campeonatos regionais e um primeiro lugar;
  • Mais tarde como aluno da faculdade, um primeiro lugar, nos jogos acadêmicos;
  • E mais tarde ainda, agora como professor da FADEP - em dois anos consecutivos, dois primeiros lugares nas olimpíadas dos trabalhadores.

Nem muito craque, mas nem tão ruim assim.

Estes fatos de certa forma vieram comigo para vida pública e obviamente tornou-se uma bandeira em meu trabalho político.


Veja algumas ações:

  • Há 4 anos tenho apoiado um atleta patobranquense -José Altanir - na participação da São Silvestre.
  • Aprovei um projeto para a associação de handebol - do Professor Hilário Vizzotto - a qual está recebendo mensalmente recurso público para manutenção da equipe.
  • Apoiamento irrestrito ao Pato Futsal.
  • E assim também, há mais de dois anos, auxiliando a equipe de basquete do município.

Mais recentemente, parte desta equipe de basquete, ficou campeã estadual na competição Basquete de Rua e, assim classificando para a etapa nacional no Rio de Janeiro.

E então novamente estamos apoiando: ACESSE O LINK:

www.patob.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2993&Itemid=1

Voltando à introdução do texto - treinador de futebol é um jogador frustrado - o que dizer de um político que ajuda o esporte?

Seria ele um jogador frustrado ou um agente auxiliador do esporte? hehehehehe...


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